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MEC lança portal para receber sugestões no ensino básico
31/07/2015

MEC lança portal para receber sugestões no ensino básico

O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (30) o site da Base Nacional Comum Curricular (BNC) – plataforma ampla para receber sugestões de organizações, redes de ensino e da sociedade em geral para a definição do que os alunos do ensino básico devem aprender ano a ano. No dia 15 de setembro, a pasta divulgará oficialmente a proposta preliminar para, a partir dela, coletar sugestões até o dia 15 de dezembro pelo endereço http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. A BNC vai dar a maior transparência possível sobre os conhecimentos que todos os estudantes devem ter, da creche ao ensino médio, detalhando o que devem aprender. O site reúne documentos teóricos, vídeos com especialistas e autoridades. É possível também ter acesso ao currículo adotado em cada estado e no Distrito Federal. "Sem a base fica difícil rever a formação de professores, fica difícil, para não dizer impossível, pensar no material didático", diz o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro. O ministro espera concluir a BNC até março do ano que vem e enviá-la ao Conselho Nacional de Educação (CNE). "A base se tornou pivô de várias ações e pré-requisito de várias medidas necessárias para melhorar a educação brasileira", acrescenta. O portal já está no ar. A partir de segunda-feira (3), o MEC entrará em contato com as organizações para que façam o cadastro no site e participem da elaboração da base. A partir da divulgação da proposta preliminar, o portal estará aberto para as contribuições. A recomendação é que as redes de ensino, os movimentos sociais, entidades classistas e demais grupos enviem propostas já organizadas, que os represente. Já as contribuições individuais serão consolidadas pelo MEC. O site permite que os colaboradores enviem arquivos e que professores compartilhem, por exemplo, aplicações em sala de aula do que estão defendendo para a BNC. A definição de uma base comum curricular é uma das estratégias que constam no Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff. O PNE estabelece metas e estratégias para os próximos dez anos, de modo a melhorar a educação. Um grupo de 116 especialistas debate no MEC a versão preliminar da BNC, que será colocada para consulta. Depois de consolidada, a proposta da base será enviada ao CNE para avaliação. Depois disso, retorna ao ministério para ser homologada. O prazo para que seja enviada ao CNE é junho de 2016. Fonte: Agência Brasil

Curso de Pedagogia da UNIJIPA retoma as atividades
30/07/2015

Curso de Pedagogia da UNIJIPA retoma as atividades

Através dos trabalhos do Prof.º Luciano Osmar Menezes, acadêmicos do 6º período do curso de Pedagogia da Faculdade Panamericana de Ji-Paraná (UNIJIPA) retomaram as atividades com a disciplina “Filosofia da Educação”, aplicada na última quarta-feira (29) na sala 17 da instituição. De acordo com Menezes, as atividades visaram a integração e o envolvimento entre os acadêmicos. “Os alunos escreveram em uma folha o que é fundamental para obtermos a Filosofia nos processos educacionais. Foram compartilhados também o plano de ensino da disciplina, perfil do egresso, competências, habilidades, conteúdos e bibliografias.”, explicou o docente. O CURSO DE PEDAGOGIA - A Pedagogia é o campo do conhecimento que se ocupa do estudo sistemático do ato educativo e de sua práxis pedagógica concreta, respeitando a diversidade humana, tornando viável o fazer, o sentir e o pensar deste processo, a partir das bases epistemológicas das várias ciências. Nesse contexto, visa ao desenvolvimento e aprendizagem de crianças, jovens e adultos, nas instâncias educacionais formais e informais. O curso destina-se à formação do pedagogo preparado para atuar como professor, pesquisador e gestor educacional, desenvolvendo um currículo estruturado em base de rede de saberes contextuais. O papel do pedagogo, hoje, é bastante amplo. Cabe a ele, por exemplo, atuar na formação de professores e no planejamento e funcionamento de cursos, escolas e instituições de ensino de uma forma geral. É o único profissional habilitado - por lei e formação - a preparar, administrar e avaliar currículos, orçamentos e programas escolares, além de poder atuar em atividades de pesquisa.

País terá que investir até três vezes mais para ter ensino de qualidade
30/07/2015

País terá que investir até três vezes mais para ter ensino de qualidade

O Brasil terá que aumentar em até três vezes o valor investido por aluno na rede pública para garantir educação com padrões mínimos de qualidade, de acordo com a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, rede que reúne mais de 200 organizações. Esse cálculo significa R$ 37 bilhões a mais no sistema educacional público, que engloba 40,7 milhões de matrículas. A etapa educacional que mais necessita de investimentos é a creche, que atende a crianças até 3 anos de idade. O valor ideal seria R$ 10 mil por aluno para o atendimento em tempo integral. Atualmente, segundo dados divulgados pela campanha, são gastos R$ 3,3 mil, com base nos valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb). O investimento calculado pela campanha corresponde ao Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), instrumento criado pela própria organização e incorporado ao Plano Nacional de Educação (PNE). O CAQi define quanto deve ser aplicado para cada aluno ter acesso a uma educação com um padrão mínimo de qualidade. Entram no cálculo recursos para infraestrutura, materiais e equipamentos, além do salário dos professores. A implantação do Custo Aluno Qualidade (CAQ) faz parte das estratégias para alcançar o investimento de pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação até 2024. Pela lei, o CAQi deve ser implementado em até dois anos de vigência da lei, no final de junho de 2016. Atualmente, o investimento é de 6,6% do PIB. VALORES - A tabela divulgada pela campanha atualiza os valores para todas as etapas de ensino. Entre as matrículas em tempo integral, na pré-escola, o valor por aluno deveria ser R$ 5 mil, contra os atuais R$ 3,3 mil; no ensino fundamental e no médio, R$ 4,8 mil, contra R$ 3,3 mil atuais. A educação indígena e quilombola deveria subir dos atuais R$ 3,1 mil para R$ 6,1 mil por estudante. “Os dados mostram que as matrículas que o Brasil menos investiu ao longo da história, como creche, educação quilombola e indígena, demandam mais recursos”, diz o coordenador geral da campanha, Daniel Cara. Ele acrescenta que, além das matrículas existentes, o Brasil tem de incluir 2,8 milhões de crianças e jovens na escola e isso custará mais de R$ 13 bilhões nos anos iniciais para garantir a infraestrutura e R$ 13 bilhões a mais por ano para manter esses alunos. “Os dados trazem a clareza de que praticamente todas as matrículas do Brasil, salvo os estados mais ricos, precisam de complementação da União para atingir um padrão mínimo de qualidade. Essa é uma agenda que vai ter que ser discutida”, diz. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) de 2014, obtidos por requerimento de informação pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), mostram que a União contribui com 18%, os estados, com 40%, e os municípios, com 42% do investimento direto aplicado em educação. Para o cálculo do CAQi, a campanha usou os recursos previstos em parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE) de 2010, que não foi homologado pelo Ministério da Educação (MEC). O documento final da Conferência Nacional de Educação (Conae), que reuniu especialistas, organizações e Poder Público, estabelece que o CAQi seja regulamentado nos moldes do parecer do CNE. O MEC, no entanto, discute o CAQi e o CAQ em grupo formado por secretarias da pasta, pelo Inep e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Em junho, à Agência Brasil, o secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC, Binho Marques, disse que o grupo levanta dados sobre insumos e custos da educação básica e que o CAQ poderá não seguir exatamente o que está no parecer do CNE. Até setembro, o trabalho do grupo deverá ser colocado em discussão. Fonte: Agência Brasil

Professores do Athenas Grupo Educacional iniciam mestrado em Taubaté.
29/07/2015

Professores do Athenas Grupo Educacional iniciam mestrado em Taubaté.

Por meio de convênio assinado no último dia 26 de junho entre o Athenas Grupo Educacional e a Universidade de Taubaté (UNITAU), 59 pessoas, entre professores e coordenadores, estão participando das primeiras atividades do mestrado profissionalizante em Gestão e Desenvolvimento Regional, e Ciências Ambientais. As atividades estão sendo realizadas nas dependências da UNITAU, situada no município da Taubaté (SP). Do total de participantes, 29 fazem parte do curso de Gestão e Desenvolvimento Regional e 30 em Ciências Ambientais. De acordo com o Diretor Geral do Athenas Grupo Educacional, Professor Dr. Aécio Alves Pereira, a parceria é fruto de uma política que tem como objetivo proporcionar um grande crescimento qualitativo na formação dos alunos das faculdades que compõem o Athenas. “Temos investido fortemente já há alguns anos na infraestrutura e temos conseguido excelentes resultados graças à esta política. Esta parceria firmada hoje é um novo cenário que se desenvolve de maneira muito positiva para todos os envolvidos. Nossos professores estarão melhores capacitados, as faculdades terão avaliações melhores junto aos órgãos reguladores e, o mais importante, nossos alunos terão uma formação acadêmica de um nível cada vez mais alto. Isso tudo graças a semente que estamos plantando hoje em parceria com a UNITAU”, enalteceu Dr. Aécio Alves Pereira. CRONOGRAMA DE AÇÕES - Módulo 1: 27/07/2015 a 06/08/2015; Módulo 2: 30/11/2015 a 10/12/2015; Módulo 3: 11/04/2016 a 20/04/2016 e Módulo 4: 25/07/2016 a 04/08/2016. Local: UNITAU. Seminário 1: 06, 07 e 08/10/2016; Seminário 2: 26, 27 e 28/01/2017; Seminário 3: 05, 06 e 07/04/2017. Local: UNIJIPA. Qualificação e Defesa serão realizadas na UNITAU.

Estudantes que não renovaram o Fies poderão fazê-lo a partir de 3 de agosto
29/07/2015

Estudantes que não renovaram o Fies poderão fazê-lo a partir de 3 de agosto

Os estudantes que têm empréstimos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) que, por alguma razão, não renovaram os contratos no prazo estipulado terão a chance de fazê-lo a partir do dia 3 de agosto. A informação está em nota divulgada pelo Ministério da Educação (MEC). O prazo para que os estudantes fizessem o aditamento dos contratos vigentes no primeiro semestre terminou no último dia 20, após ser prorrogado mais de uma vez. Segundo o MEC, dos 1,9 milhão de contratos, menos de 100 mil não renovaram o financiamento. Esses estudantes ainda terão a chance de fazê-lo durante o período de renovação do segundo semestre. A pasta divulgará nesta semana um balanço das renovações. O Fies é um programa do governo que oferece financiamento em instituições privadas de ensino superior com juros mais baixos. Atualmente, cerca de 2,1 milhões de contratos estão ativos. No segundo semestre, serão disponibilizadas mais 61,5 mil vagas. Fonte: Agência Brasil

28/07/2015

Inscrições para o Fies começam na próxima semana

As inscrições para o processo seletivo da segunda edição de 2015 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) serão abertas na próxima segunda-feira (3), pela internet. Os candidatos terão até quinta-feira (6) para fazer a inscrição. O cronograma e as regras desta edição do Fies estão em edital publicado na edição de ontem (27) do Diário Oficial da União. O resultado da pré-seleção será divulgado no dia 10 de agosto, em chamada única. Os estudantes pré-selecionados deverão concluir a inscrição na internet e completar o processo no estabelecimento de ensino e na instituição financeira. Quem não for pré-selecionado passa a integrar a lista de espera. No final de junho, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou que nesta edição seriam ofertadas 61,5 mil vagas , com prioridade para os cursos das áreas de engenharia, saúde e a formação de professores e para as regiões Norte, Nordeste e Cento-Oeste, excluído o Distrito Federal. Taxa de juros - Nesta edição, entram em vigor as novas regras para o Fies anunciadas pelo Ministério da Educação, e os estudantes passam a ser selecionados de acordo com a nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para os novos contratos, passa a valer a taxa de juros de 6,5%.De acordo com o edital, o estudante poderá se inscrever em um único curso e turno de graduação dentre aqueles com vagas ofertadas no processo seletivo. Durante o período de inscrição, o estudante poderá alterar a opção de vaga.Podem se inscrever no processo seletivo do Fies, conforme o edital, os candidatos que não tenham concluído curso superior, tenham participado do Enem a partir da edição de 2010, obtido média a partir de 450 pontos no exame e não tenham tirado nota na redação.Outro critério é que o candidato tenha renda familiar mensal bruta per capita de até 2,5 salários mínimos. Quem concluiu o ensino médio antes de 2010 pode participar mesmo que não tenha feito prova do Enem. Nesse caso, o critério para a classificação seguirá uma fórmula que leva em conta itens com renda familiar e raça. Clique aqui para acessar o edital completo. Clique aqui para acessar a resolução completa. Fonte: Yara Aquino Edição: Valéria Aguiar Veículo: Agência Brasil 0

27/07/2015

MEC seleciona representantes para comissão escolar indígena

O Ministério da Educação (MEC) procura representantes do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Rio Grande do Sul para participar da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena. O prazo de inscrição vai até o dia 31 de julho e pode ser feita por e-mail ou pelos Correios. Podem participar da seleção organizações indígenas que atuam com os povos nos territórios em que eles habitam. São considerados todos os povos indígenas que moram em terras localizadas nesses estados, ainda que parcialmente, independentemente da existência de processo de reconhecimento de terra indígena em órgão oficial. Os representantes e as organizações indígenas por eles representados assumirão a responsabilidade de estabelecer diálogo permanente com os diversos povos indígenas localizados em seu respectivo estado ou região. A comissão é um órgão colegiado de caráter consultivo, criado em 2009, para assessorar o MEC na formulação de políticas para a educação escolar indígena. A comissão reúne representantes governamentais, da sociedade civil e dos povos indígenas. Mais detalhes no edital. Fonte: Agência Brasil

24/07/2015

Semana pedagógica marcou o encontro entre docentes da UNIJIPA

Com realização de 21 a 23 de julho, a Semana Pedagógica 2015 da Faculdade Panamericana de Ji-Paraná (UNIJIPA) contou com a participação de todo o corpo pedagógico da instituição, ocupando as dependências da mesma. De acordo com a organização do evento foram desenvolvidas ações informativas da UNIJIPA, leitura de textos reflexivos sobre a profissão docente, reunião dos colegiados de cursos, avaliação “um grande desafio”, apresentação dos planos de ensino institucionais, dinâmicas para o ambiente acadêmico e a veiculação de uma mensagem final com dinâmica de trabalho em equipe. Segundo a Diretora da UNIJIPA, Rosangela Silva, a semana pedagógica representa o momento de união, discussão e ajuste das estratégias gerais da instituição para o próximo semestre. “A semana pedagógica é um momento já esperado e de tradição da UNIJIPA. É o momento exato onde podemos refletir, planejar e analisar o nosso perfil educacional, visando sempre a melhoria na prestação de serviço para os nossos acadêmicos. Muita coisa boa ainda está por vir na UNIJIPA, e isso é o reflexo do trabalho em equipe. Em nome da UNIJIPA eu agradeço todos os envolvidos.”, finalizou a Diretora.