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Governo baixa exigência de inglês para vagas do Ciência sem Fronteiras

07/02/2013
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Institucional

 

Programa facilita o intercâmbio acadêmico de brasileiro em grandes universidade do mundo

O fraco desempenho em língua inglesa dos brasileiros que pleiteiam vagas do programa Ciência Sem Fronteiras em universidades britânicas fez com que o governo brasileiro baixasse a pontuação mínima exigida em testes de proficiência. O Toefl, por exemplo, um dos exames aplicados para se avaliar o nível dos alunos, teve a exigência de 72 pontos diminuída para 42. De acordo com reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, das 4 mil bolsas que foram disponibilizadas até agora, apenas 1,8 mil (45%) foram preenchidas.

O jornal destaca ainda que o candidato que não conseguir a nota necessária terá de participar de um curso intensivo na Grã-Bretanha, com duração entre três e seis meses - pago pelo governo brasileiro -, antes de realizar novo teste. Se reprovado, o aluno retornaria ao Brasil. Essa mudança é criticada por especialistas, que defendem a preparação dos estudantes no País.

 

O PROGRAMA - Ciência sem Fronteiras é um programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

O projeto prevê a utilização de até 101 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

 

Fonte: Terra Educação

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