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Curso de Psicologia promoverá o 2º Projeto Acolher

18/10/2016
Notícias
Graduação

 

 

Com data marcada para o dia 26 de novembro, às 16h no Campus II da UNIJIPA, o curso de Psicologia realizará a segunda edição do “Projeto Acolher: A Ciência do Início da Vida”. O encontro trata de questões relacionadas a maternidade em geral, acordando tópicos como a gravidez, parto e demais temas relacionados, incluindo oficinas de arteterapia, palestras e vivências. Estão convidadas as alunas e as gestantes, aberto para toda a comunidade.

A GRAVIDEZ - A gravidez é o estado de desenvolvimento de um embrião ou feto dentro do corpo feminino. Para que uma mulher engravide, é necessário primeiro que ocorra a fecundação, ou seja, o encontro bem sucedido entre espermatozoide e óvulo e a união dos cromossomos, criando uma célula chamada zigoto. Apenas quando o zigoto – após divisões sucessivas – alcança o endométrio (o revestimento interno do útero) é que ocorre a gravidez. Implantado no útero, o zigoto passa a se chamar embrião, começando a produzir gonadotrofina coriônica humana (hCG) – o “hormônio da gravidez”, responsável por impedir a destruição do revestimento uterino que levaria ao aborto. É o começo de uma longa etapa, marcada por muitas mudanças no corpo da gestante e do pequeno ser que está dentro dela.Uma gravidez normal dura em média 40 semanas. No primeiro trimestre, os seios da mulher ficam maiores e mais sensíveis. Ela fica mais cansada, sente mais sono e urina com mais frequência. Placenta e saco amniótico se formam nas primeiras oito semanas, respectivamente nutrindo o embrião com sangue materno por meio do cordão umbilical e evitando impactos perigosos ao desenvolvimento do bebê. No fim do primeiro mês, todos os órgãos já estão formados. No fim do segundo mês, com ouvidos, olhos, genitais, dedos das mãos e dos pés formados, o embrião começa a se mexer.


“Encara a relação com a criança prezando o afeto e o vínculo, saindo do senso comum e propondo discutir temas quase polêmicos ou desconhecidos. Abordaremos assuntos que saem do eixo tradicional do público de gestantes e mães, convidando todos a uma grande reflexão sobre um mundo de possibilidades, ou a ausência delas, e como isso potencializa e modifica nossas crianças e nossos relacionamentos com ela, com todos e com a gente mesma. Falaremos sobre o mundo que criamos para os nossos filhos e o poder de mudança que essa criança poderá ter no futuro, como agente transformador da nossa sociedade. O empoderamento materno tem um grande valor. Quando se compreende que somos responsáveis pelas nossas escolhas, tomamos consciência das nossas limitações e dos instrumentos para fortalecer nossas potencialidades.”, finalizou a Coordenadora do curso de Psicologia, Rosângela Martins Vieira.

 

Fonte: IG Saúde

 

 

 

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